por f. de amorim s. (meu irmão que não é meu irmão de sangue, mas é meu irmão de coração)
há um tempo pra dizer adeus
dizer que algo se perdeu
há um tempo em que sonhamos acordados
e depois acordamos dentro de um pesadelo
há um modo de sorrir e outro de mentir
explicar com firmeza aquilo que nunca aconteceu
há um modo de fugir e outro de encontrar
achar o que não se perdeu e nem se buscava
há respostas para todas as perguntas
mas poucos sabem o que perguntar
há respostas que são fantasias
de uma grande festa sem convidados
não conheço respostas, modos, nem tempos adequados
pra me despedir, sonhar, sorrir, fugir ou viver
não conheço meu futuro, filhos e mulher
sei apenas que em meu sangue
corre poesia, liberdade e amor
liberdade, amor e poesia.
terça-feira, 6 de julho de 2010
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