Aqui embaixo os gritos ecoam
O tilintar das louças de madeira roçam o chão
E invadem violentamente a alma
de uma poesia adormecida...
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
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Um comentário:
A poetisa escreve sem saber ao certo para quem e porque.
Mesmo assim ela insiste. Resiste.
Esboça versos curtos e potentes.
Ela sabe para onde está indo...
Para onde sempre quis...
Lá mesmo...
O abismo!
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