quarta-feira, 9 de março de 2011

Será a liberdade que os incomoda?

Sob duas rodas
minhas asas descansam.
Busco o equilíbrio
para minha liberdade.

Para as insanas
máquinas motorizadas
me transformo em inimiga mortal

Como se as minhas singelas asas
pudessem ferir
a dignidade e o "poder"
deste ser ESCONDIDO
dentro de seus vidros condicionados,
sem sentir o que é
o vento de liberdade em seu rosto.

2 comentários:

Anônimo disse...

Amargura antiga, dessa gente... aí endurece de tanto tempo que existe e vira pedra nos rins...

Dona Passarinho disse...

As singelas asas ferem... Como pode algo tão delicado, como penas, tanta leveza, ferir? As vezes é um peninha apenas o que precisa pra desmorar um castelo de cartas... Porque o vento de liberdade que as vezes toca o rosto é mais forte do que um tapa, porque atinge aquele lugar..o do invisivel!

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