Sob duas rodas
minhas asas descansam.
Busco o equilíbrio
para minha liberdade.
Para as insanas
máquinas motorizadas
me transformo em inimiga mortal
Como se as minhas singelas asas
pudessem ferir
a dignidade e o "poder"
deste ser ESCONDIDO
dentro de seus vidros condicionados,
sem sentir o que é
o vento de liberdade em seu rosto.
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2 comentários:
Amargura antiga, dessa gente... aí endurece de tanto tempo que existe e vira pedra nos rins...
As singelas asas ferem... Como pode algo tão delicado, como penas, tanta leveza, ferir? As vezes é um peninha apenas o que precisa pra desmorar um castelo de cartas... Porque o vento de liberdade que as vezes toca o rosto é mais forte do que um tapa, porque atinge aquele lugar..o do invisivel!
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